Maiddenland

Maiddenland

Venha conhecer um cenário de RPG que pode ser adaptado para qualquer sistema: Maiddenland.

Bem vindos à Maiddenland

Saudações aventureirxs!

Apresento aos visitantes desse blog o cenário desenvolvido por João Antônio Souza para seu grupo de RPG. Infelizmente, por causa da pandemia e outros problemas pessoais, o grupo acabou se dissipando, mas não impediu de João produzir material.

No grupo de D&D dos #CavaleirosInsones no Telegram, João queria que o material dele fosse usado por outros jogadores, já que infelizmente ele produziu bastante e não teve a oportunidade de continuar sua campanha. Ele falou comigo para divulgar o material dele, no qual trago aqui para vocês lerem e utilizarem do jeito que quiserem. O material foi editado e corrigido por mim (FFenrirX).

Pedra do Rei

Um continente

Há apenas um continente conhecido no mundo. Seu nome é Maiddenland, e pouco se sabe sobre sua origem, até mesmo seu nome é um mistério. Os historiadores não sabem precisar sua idade, nem seu surgimento, a história antiga permanece em uma grande sombra que até hoje ninguém foi capaz de iluminar. De fato, existem reinos que sequer se dão ao luxo de fazer estes tipos de questionamentos e se preocupam com outros tipos de atividades.

Oito Reinos

Maiddenland é um grande e rico continente, por isso ele está dividido em oito reinos que disputam o Grande Trono e tentam eliminar seus inimigos do mapa. Estes reinos chamam-se: Império Iluminado, Reino dos Corvos da Noite, Triunvirato de Amenrath, Grande Tribo de Ancelot, O Senado e o Povo de Orlyns, Shogunato Takeda, Califado Akhensahid e Reino Marcial de Grunzad-Dum.

O Triunvirato Amenrath é o composto apenas de elfos, a Grande Tribo de Ancelot é composto apenas de draconatos, o Reino Marcial de Grunzad-Dum é composto apenas de anões, o restante dos reinos são compostos por humanos, porém, os humanos de cada reino possuem aparências, características sociais e fisiológicas totalmente distintas entre si, tornando-os inconfundíveis e de fácil identificação.

Oito sociedades

Cada reino é único em sua forma estrutural e social, cada um possui suas particularidades, porém ambos são iguais em seu ódio e repulsa uns pelos outros. não existe diálogo entre diferentes países, a xenofobia é vista como uma necessidade básica de sobrevivência. O diálogo não é possível. São eras de puro ódio nutrido através de guerras, conspirações e pelo principal motivo: todos tem o mesmo objetivo, que é unificar o continente e garantir a existência apenas daqueles que habitam dentro de suas fronteiras, subjugando os demais.

Oito idiomas

Como os reinos são extremamente fechados para os demais, cada um desenvolveu seu próprio idioma. A tal “Língua Comum” não existe oficialmente, e quase nunca é utilizada dentro das fronteiras. Até mesmo entre os reinos humanos, cada um possui seu próprio idioma e falam seus próprios dialetos. A língua comum ainda é falada secretamente entre contrabandistas, aventureiros, e até monstros ou párias. A simples menção de alguma palavra em Comum pode provocar a ira de algum habitante de um dos Reinos, pois logo pensam que o falante é algum tipo de espião ou sabotador.

Apenas uma contagem tempo

Apesar das grandes diferenças sociais e culturais, todos os reinos possuem o mesmo calendário, apresentando apenas representações e nomes diferentes uns dos outros, apesar das várias discordâncias, todos demarcam o tempo de forma que exista apenas um calendário em todo o continente.

O calendário de Maiddenland

O tempo é contado em dias: a cada 365 dias conta-se um ano. Alguns reinos dividem o ano em diferentes períodos, algo semelhante as semanas e meses do nosso calendário. Os elfos, por exemplo, contam o tempo em ciclos de estações, portanto, o ano no seu calendário possui algo em torno de 4 “meses”.

A cada mil e quinhentos anos é iniciada uma nova era. Dessa forma, as anotações de datas se dão da seguinte maneira: 5E 1080A 300D (5ª Era, Ano 1080, 300ª dia). A era atual é a 7E.

Um pouco da história conhecida

As Planícies Gélidas

No centro de Maiddenland existe uma terra de ninguém, onde apenas morte e destruição paira em seus campos. Um lugar cuja todas as guerras de unificação são travadas desde a primeira era, um eterno campo de batalha em que as carcaças dos mortos formam um tapete mórbido e os estandartes rasgados criam uma floresta macabra.

Estas são as Planícies Gélidas. Neste lugar ninguém pisa, nenhum reino se atreve a adentrar este espaço amaldiçoado que recebeu este nome por todos os reinos por ser um lugar onde o calor da vida não existe e que nem mesmo o sol é capaz de aquecer. Um lugar cujo solo não pode ser visto devido a quantidade de corpos e restos que lotam o lugar. É aqui que os reinos devem vir se enfrentar para que uma Nova Era se inicie.

Muito pouco se sabe sobre este lugar, apenas o que as lendas e histórias antigas contam, ninguém em sã consciência se atreve a deixar suas fronteiras seguras para caminhar entre os mortos e sequer cogita a possibilidade de se perder nesta imensidão de morte e restos mortais. Algumas lendas também contam que existem grandes riquezas e artefatos incríveis largados nesse lugar, porém todos aqueles que foram totalmente loucos de procurarem jamais retornaram.

A Guerra de Unificação

A cada mil e quinhentos anos, todos os reinos de Maiddenland reúnem os seus exércitos e se encontram nas Planícies Gélidas para lutarem entre si. Rsse confronto é chamado de Guerra de Unificação. Nessa batalha, todos os oito pretendentes para o trono de Maiddenland se enfrentam em um sangrento e derradeiro conflito cujo início demarca o começo de uma Nova Era.

Não se sabe ao certo porquê esse conflito é travado, e a cada mil e quinhentos anos. Sabe-se apenas que
a Grande da Unificação acontece desde o início dos tempos e que nunca houve um vencedor.

Após um determinado tempo de conflito, todos os reinos se veem obrigados a assinar um tratado de paz, retornarem para as suas fronteiras enclausuradas e repetir o mesmo ciclo. Ninguém sabe exatamente quando a Guerra se inicia e nem quando exatamente os exércitos se enfrentam. Trechos de textos antigos apenas dizem que “todos saberão quando o sangue dos reis deverão molhar o solo de Maiddenland e assim dar início a uma nova era de paz nesta terra.

O Tratado Azul- Dourado

Quando ocorreu a primeira Guerra da Unificação, depois que todos os reinos se enfrentam numa sanguinária batalha, eles se viram a beira da destruição e do caos, pois desperdiçaram grande parte dos seus exércitos e por isso ficam numa posição onde suas fronteiras encontram-se desprotegidas.

Como nenhum reino possuía poder militar para anexar terras de outros reinos, bem como não tinham como se proteger caso algum outro reino o atacasse, fez-se necessário que houvesse um período de paz até que todos se recomponham e assim pudessem enfrentar-se novamente na próxima batalha.

Assim, no fim da primeira Guerra de Unificação, todos os monarcas se encontram em algum lugar específico, não mencionado nos anais da história, para assinarem um tratado, o Tratado Azul-Dourado, cujos termos são de manter a absoluta paz por mil e quinhentos anos até que a próxima Guerra de Unificação se inicie. O calendário é contado a partir da assinatura do último Tratado, e também é a contagem para a próxima Guerra da Unificação.

Os Reinos de Maiddenland

Império Iluminado

Liderados por Hunimund, que assumiu o trono coberto de sangue e das coroas de seus inimigos.

Maiddenland - Império Iluminado
Império Iluminado

Os humanos góticos, como são conhecidos, são um povo religioso. Após passarem por uma grande crise no início de sua história, o povo gótico se une novamente para se preparar para a Guerra da Unificação que se aproxima.

Os góticos são o único reino em toda Maiddenland que já conseguiram anexar dois outros reinos em tempos remotos do passado, dessa forma, passaram a ser chamado de Império ao invés de Reino. Seu monarca também utiliza três coroas embutidas em uma só. Os nomes dos outros dois reinos foram esquecidos (ou apagados) pelo tempo, e seus habitantes foram absorvidos e mesclados com o povo gótico.

O Império Iluminado é um governo teocrático, tendo seu monarca como o supremo líder da Ordem do Observador, uma doutrina religiosa que assumiu o controle do Império depois de uma Guerra Santa.

O Império é chamado de Iluminado porque em suas terras o Sol nunca se põe, e eles não conhecem as trevas. Nenhum sábio sabe (ou quer) explicar porque os góticos não possuem noite. Há apenas um período do dia em que a luz do sol diminui seu brilho, condição adequada no qual seus habitantes conseguem dormir.

A luz intensa do Sol na região do Império, somado com suas planícies e colinas, auxilia na proteção do Império, visto que qualquer um que não seja do povo gótico que pise dentro das fronteiras imperiais, fica cego instantaneamente e só consegue voltar a enxergar se voltar por onde veio. Proteção natural ou divina? Os outros reinos não sabem opinar.

Reino dos Corvos do Norte

Os humanos nórdicos, como são conhecidos, são um povo isolacionista. Vivem no extremo norte do continente, cercados por um imenso deserto de neve.

Maiddenland - Reino dos Corvos do Norte
Reino dos Corvos do Norte

Seu governo é dividido por clãs. Os maiores na sociedade nórdica são os Ursos de Tyrkoth e os Corvos da Noite. Esses dois clãs controlam os exércitos e o governo do reino respectivamente.

Os Ursos são um clã de guerreiros que não gostam de mexer com os jogos políticos, por isso se tornaram os responsáveis pelo comando e treinamento do exército. Já os Corvos são um clã de homens justos, que julgam aqueles que cometeram crimes e tratam a todos de forma justa e honesta. São os responsáveis pela gerência do reino e pela tomada de decisões fora do ramo militar, mas ainda assim existem histórias de grandes guerreiros neste clã capazes de se enfurecer descontroladamente quando diante de uma grande injustiça.

Os clãs menores são responsáveis por fornecer soldados ao exército ou para outras funções que auxiliam no reino, sempre cooperando para a prosperidade e o bem estar social. Mesmo dividido em clãs, eles são bem unidos como sociedade, onde cada clã cumpre com maestria seu papel social, como os Antílopes do Deserto Gelado (exímios exploradores), ou os Lobos das Estepes (caçadores), e as Morsas Oceânicas (navegadores).

Triunvirato Amenrath

Segundo as lendas, os elfos vieram de fora do continente trazidos por seus “deuses-pássaro” em meados da 2E.

Maiddenland - Triunvirato Amenrath
Triunvirato Amenrath

Depois travar inúmeras batalhas contra os anões ao norte e os góticos no sul, conseguiram consolidar seu território na Guerra de Unificação, dando assim início a 3E (Terceira Era), que seria posteriormente chamada de Era Élfica. Enquanto os outros reinos estavam se recuperando, os elfos prosperaram.

Porém, conflitos internos após a unificação levara-os para um longo período de guerra civil que perduraria por várias eras, obrigando os elfos a criarem uma enorme floresta para encobrir e proteger suas terras recém conquistadas, tornando assim um povo isolado que se recusava até a tomar parte nas guerras de unificação, visto que ainda não possuíam um monarca para assumir a liderança do povo. As guerras foram travadas por desavenças etnicas e ideológicas, e dividiram os elfos, criando assim diversas subraças.

No final da guerra civil, os drows secessionistas foram derrotados, massacrados e desacreditados. Um Triunvirato foi formado com líderes das três sub-raças vencedoras, o Triunvirato de Amenrath, fazendo assim dos elfos um dos povos pretendentes a Unificadores do continente nessa nova era.

Grande Tribo de Ancelot

Os temidos e terríveis draconatos, como são conhecidos, tiveram sua recente eclosão atribuída ao repentino despertar de um vulcão na Montanha Singular na data de 7E 1000A , situado no extremo leste de Maiddenland.

Maiddenland - Grande Tribo de Ancelot
Grande Tribo de Ancelot

Outrora pertencendo à República de Orlyns, a Montanha Singular é a segunda maior montanha do continente, ficando atrás apenas de Grunzad-Dum, capital do reino anão.

Nem mesmo os próprios draconatos sabem dizer exatamente como vieram ao mundo. São um povo extremamente tribal e selvagem, e inicialmente eram divididos em várias tribos menores que acabaram sendo absorvidas por duas tribos: A Horda de Dargor e Os Discípulos de Arwald.

Ambas se enfrentaram em sangrentos confrontos até que misteriosamente se uniram sob o comando de um desconhecido monarca cuja identidade ainda não fora revelada, pois este prefere manter o anonimato e pretende se mostrar apenas na Guerra de Unificação que se aproxima.

SPQO

O Senado e o Povo de Orlyns, a única república do continente, é composta por um grande número de cidades-estados independentes, mas que se submetem a um conselho unificado de anciãos situados na capital, a grandiosa e belíssima cidade de Orlyns.

Maiddenland - SPQO
SPQO

Os orlenses possuem um senado eleito e um líder representativo, chamado de dictator. Este é responsável pelo controle do exército, aplicação das leis dentro das fronteiras e responsável pela imagem do Senado para com o povo. Uma espécie de “primeiro ministro” ou “chanceler”.

O dictator é a imagem do senado refletida para o povo como também deve ser a voz do povo dita para o senado.

Os orlenses tem um enorme senso de independência e sociedade, porém anseiam pela ordenação e padronização da vida. São rápidos para se rebelarem caso julguem estar sendo negligenciados pelo senado ou sujeitos a leis injustas.

Frequentemente acontecem conflitos entre as cidades, grupos sociais/ideológicos, e o o senado. Cabe ao dictator ser o mediador entre os conflitos ou aquele que esmaga as revoltas e pune separatistas. Aqueles que não aceitam se submeter, mesmo que de forma ínfima as leis do senado de Orlyns, são punidos com a pena capital (morte).

Shogunato Takeda

O shogunato precisou ser instaurado emergencialmente após o repentino surgimento do vulcão na Montanha Singular e dos desprezíveis draconatos, que atacaram as fronteiras do reino.

Maiddenland - Shogunato Takeda
Shogunato Takeda

O território deveria ter sido protegido pelos clãs Tokugawa e Oda, porém ambos foram incapazes de conter o avanço das hordas inimigas, sendo quase extintos no processo. A expansão dos draconatos só foi contida pelo clã Takeda depois de derrota-los em uma feroz batalha travada nas atuais fronteiras do Shogunato com a Grande Tribo.

O Shogun constituiu-se como o governante de fato de todo o reino, embora exista um rei que é o legítimo governante. Devido ao risco de extinção em que o reino se encontrava e agora com a eminência da Guerra de Unificação, o rei depositou a autoridade no Shogun para governar em seu nome. O rei virou apenas uma figura decorativa de um reinado decadente.

O Shogunato é composto por vários clãs, porém quatro dos muitos outros se destacam por sua excelência militar, influência política e social, são eles: os Takeda (o clã do Shogun), Minamoto, Tokugawa e Oda. Os dois últimos encontram-se enfraquecidos devido as constantes derrotas sofridas pelos draconatos, porém ainda se destacam na sociedade.

Califado Akhensahid

As areias do deserto consomem a coragem, e até mesmo a vida, de qualquer um que caminhe sobre elas sem saber para onde ir.

Maiddenland - Califado Akhensahid
Califado Akhensahid

Khelid, a imortal faraó, controla as intermináveis areias do Deserto de Aken, e seus fiéis compõem o povo akhensahid (nascidos das areias, no seu idioma local) que habitam o misterioso oásis-cidade de Akensamun.

Religiosos e ordeiros, os akhensahid cultuam sua faraó como a personificação do Sol, por isso ela é tratada e adorada como uma divindade que caminha entre os mortais. Há relatos históricos de que ela realmente é imortal e esteve presente em todas as guerras de unificação desde a primeira era, tornando-a assim, o ser mais velho em todo o continente.

Misteriosa e abstenta, a faraó se mostra para poucos. Somente altos sacerdotes, poderosos guerreiros e outros personagens de alta relevância no Califado possuem a chance singular de vê-la pessoalmente.

Reino Marcial de Grunzad-Dum

Não existe aço mais forte em toda Maiddenland que não seja o aço dos anões.

Maiddenland - Reino Marcial de Grunzad-Dum

Habitantes subterrâneos, eles vivem dentro das montanhas da Cordilheira de Darad-Har. Não se sabe como eles sobrevivem habitando exclusivamente dentro das montanhas, quase nunca aparecendo na superfície.

O reino dos anões é composto por 13 famílias cujos anciões são responsáveis por tomar as decisões, e inclusive eleger seu rei quando o anterior retorna para a rocha. Mestres da engenharia e da forja, podem ser considerados o povo mais avançado tecnologicamente do continente, quase não mais utilizando a magia. Na verdade, a maioria dos anões abominam magia.

Todo anão acredita que sua raça surgiu das próprias rochas que sustentam o mundo, criados pelo Ferreiro Ancestral, seu deus-forjador, que habita as profundezas do reino. Sua ordem, a Ordem do Martelo Primordial, é responsável pela aplicação da lei, pelos julgamentos, pela cura das enfermidades e pelo reforço na proteção do reino.

Após terem alguns de seus salões tomados pelos elfos invasores quando estes chegaram ao continente, os anões criaram novas maneiras de se proteger de invasões tornando impossível o acesso de qualquer um às suas terras. Os anões perderam a superfície para os elfos, mas as montanhas ainda são deles. E bem protegidas.

Sugestão de campanha no mundo de Maiddenland

Cenário atual

O mundo está atualmente em 7E 1498A. Todos os reinos estão prestes a terminar seus preparativos para a Grande da Unificação, também conhecido que se aproxima.

Os elfos participarão pela primeira vez da Guerra de Unificação e estão confiantes de que o representante do seu Triunvirato, intitulado Rei Mago, possa lhes trazer a derradeira vitória.

Pouco se sabe sobre os draconatos. Muitos cogitam que se eles realmente possuem um monarca capaz de exercer a reivindicação para o Trono de Maiddenland, porém todos sabem que a união das duas
grandes tribos não pode significar algo bom para o restante dos pretendentes.

Os outros reinos já se preparavam a séculos para este momento, os ânimos encontram-se acirrados. Chegará a hora em que todo o continente se verá a beira do Armagedom.

Sistema de RPG

O cenário de Maiddenland foi baseado em Dungeons and Dragons, mas não segue estritamente as regras do sistema. Você poderá utilizar a 5ª edição desse RPG, bem como qualquer outra edição ou qualquer outro sistema medieval/fantástico que você desejar.

Outras Informações

O conteúdo escrito aqui foi feito pelo João Antonio, e editado/atualizado por Fernando Afonso. Somente algumas correções foram feitas, mas a essência do que foi digitado é de autoria do João Antonio, que liberou os direitos de copyleft (CC BY) para quem quiser utilizar seu material.

Caso deseje falar com o autor, poderá entrar em contato com ele no grupo https://t.me/DeDrpg ou @maethiron.

Em outros artigos, iremos expandir esse cenário com mais informações sobre reinos, raças e mais curiosidades. Acompanhe nossas redes para mais informações:

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